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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Filósofa!

Como a insatisfação curiosa que trago em mim pulsa sempre mais forte, analiso e questiono-me a mim mesma e ao mundo incessantemente. Procuro conhecer-me, antecipar-me, no fundo dar sentido às coisas que vivo e à vida em si. Estive a ler um livro de Platão e descobri que, para ele, é esta a definição de um filósofo.. Quem diria? hehe.. Fiquei toda contente :)) E já me sinto mais acompanhada! :)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Volteiiiiiiii


Quando a cabeça muda, a vida também muda...
E quando muda para melhor, há que celebrá-lo, festejá-lo, consumi-lo e vivê-lo plenamente.
E que melhor atitude do que o reavivar dos gostos e dos prazeres que sempre nos caracterizaram? Pois escrever é um deles, e aqui estou novamente.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

hehe..








Bom.. se pensar um pouco, se calhar não tem assim tanta graça...

terça-feira, 17 de junho de 2008

é o que vale..

Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe...

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Flores, espantalhos e pequenos pássaros

Flores e espantalhos
Viagens e cheiros
Tanto guardamos na memória...
Reflexos avermelhados na água
Areia suave como farinha
Instintos e sabedorias
Cruezas
O tempo que passamos a agitar as recordações enche uma vida completa

Hoje vi um pequeno pássaro cair (era tolo e pequeno)
E aqui o recordo e guardo
Porque a mim, como a todos, me cabe manter viva a memória do que vou vivendo…

Alphabet


Rufus Wainwright, "Cigarettes and Chocolate Milk"

domingo, 18 de maio de 2008

A taça é nossa!!!!

Obrigada por mais uma alegria! CHUAC!!! :)

sábado, 17 de maio de 2008

A sombra do vento


Um clássico é um clássico. E quando se lê um livro contemporâneo, nunca se tem a expectativa de que o mesmo transmita uma particular comoção ou que o autor partilhe a identidade do leitor, apenas se tem fé de que a história seja interessante…

Mas para um amante de livros e da reflexão, nada dá maior prazer do que encontrar a sua alma espelhada no papel, de sentir que outros sabem exactamente como nos sentimos, apesar de nunca o termos expressado a alguém daquela forma exacta...

Pois posso dizer que senti algo diferente com o último livro que li. A SOMBRA DO VENTO, do espanhol Carlos Ruis Zafón, é uma obra-prima. Um clássico na verdadeira acepção da palavra. Li-me nas suas páginas e senti-me acompanhada nas minhas divagações e fraquezas humanas, na minha fragilidade e, por vezes, solidão.
Poderia escrever aqui a história detalhada do livro, descrever tudo aquilo me me tocou especialmente, mas em vez disso fico-me pela sugestão desta leitura, única e fundamental, para todos aqueles que sabem que a vida é mais do que tantos pensam, para todos que olham à sua volta com olhos de ver e que reflectem….

sábado, 19 de abril de 2008

Estive em Marrocos!

Olá! Há tanto tempo que não escrevo aqui.. Mas tenho andado, para variar, num corropio..
E estive 5 dias em Marrocos! Adorei, apesar dos previsíveis precalços de viajar em África...
Depois ponho as melhores fotos, para já aqui fica um dos reis de Marrocos: os gatos!


sexta-feira, 4 de abril de 2008

E outras vezes..


...quando chega o tempo de dormir.. não se consegue...

Ó racionalidade severa,

Ó antecipação incessante,

O desatino invade-me,

(Esta prosa é uma prova)

deixem-me dormir!

Vive... quem não tem tempo para escrever...

...e por vezes... quem não tem tempo para dormir...

terça-feira, 4 de março de 2008

Em jeito de remate...

Daqui fala Alphabet..

O dia hoje vai longo, só saio do trabalho à meia noite.. Nada melhor que a perspectiva de uma leitura animada no descanso do meu sofá para acelerar a arrumação dos papeis e ir embora. Hoje vou ler o volume 18 do Fruits Basket, o último que existe disponível na FNAC. A partir daqui vou ter de esperar pela encomenda...humm...talvez releia as melhores partes, onde aparece o interessante Kyo-Kun...hehe...

Bom descanso...

Outro dia

Miguel acordou num sobressalto. A noite fora curta, recortada por sonhos confusos, e o estômago movia-se furiosamente. Estava de ressaca, como sempre acontecia após uma festa como a da noite anterior. Uma noite, aliás, bem pobre. Igual a tantas outras, sem mais nem menos significado. Se conseguisse controlar as suas expectativas e guiar-se pela voz da experiência, teria previsto aquele desfecho. Teria sido mesmo preferível ter ficado em casa com aquele novo jogo que comprara para a Playstation, mas a fantasia tinha levado a melhor. Revendo rapidamente o fracasso da noite anterior, arrumou mentalmente o assunto. Decididamente, empresas de dating não seriam a resposta para os seus problemas. A custo, levantou-se e, cumprindo o seu ritual de todos os dias, dirigiu-se, a espreguiçar, à janela, pretexto que considerava ser suficiente para disfarçar uma olhadela ao apartamento do seu vizinho. Os cortinados estavam fechados. Não havia qualquer movimento. Suspirou aliviado. Era da forma que passaria mais um dia sem juntar outro pormenor suspeito à sua já fantasiosa história e que não se perderia em novas formulações e divagações. Subitamente consciente que não poderia demorar-se muito mais e que o duche frio o esperava, olhou languidamente para a cama ainda morna e pensou duas vezes. Se calhar ninguém daria pela sua falta. Bem, talvez isso não fosse possível, mas qual seria a verdadeira relevância para o mundo do seu esforço? Talvez tirasse o dia de folga e ficasse a recuperar o ânimo entre os seus apetecíveis lençóis de linho e sob o quente edredon.. Bom, pensou, enquanto finalmente se decidiu a abrir as torneiras do duche, o dia promete. Com este estado de espírito, Virginia, minha cara, hoje poderia escrever um dos teus livros.

Alphabet

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Depois da festa...


...há uma calmaria no ar.
As prendas já foram trocadas, a fúria consumista acabou...restam as memórias dos momentos em família, no calor da lareira ou do aquecedor e este ou aquele momento mais sentido dos dias de festa já passados.
Todos os anos para mim é assim, entre o Natal e o fim de ano.. o bulício da preparação, os fugazes momentos de festejo, a tranquilidade da pós-festa..
E as pessoas... elas também ficam diferentes, como se por terem recebido uma atenção especial do mundo, para o mundo se tivessem tornado temporariamente mais tolerantes...
Assim é o Natal...e passa tão rápido...sobretudo para quem trabalha e acaba por ter apenas um gostinho da animação..

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Domingo...

Ora andava eu há dias, se não semanas, a avolumar a expectativa de beber um maravilhoso Nespresso na loja do Chiado (tal como uns amigos fizeram em Berlim, o que me pôs logo água na boca), quando me deparo com a necessidade de comprar a respectiva máquina (ou de fingir convincentemente que o iria fazer) para poder apreciar o fabuloso líquido... Caramba! Isso do George Clooney é publicidade da mais enganosa que há! E eu como não estava nos meus dias mais expeditos, encolhi-me na minha condição de borlista e tive de sair sem beber nada...
Estava frio ontem, mas simultaneamente estava... morno. Algo a que não será alheio um longo passeio a pé (sim, para mim, andar durante 1 hora já é longo!) e correr sem qualquer razão verdadeiramente lógica atrás de um eléctrico que nem sequer passava na Sé... enfim, momentos que só se passam na companhia certa... ;)
Tudo isto sempre com um olhar já quase de fotógrafa...amadora...sempre a tentar encontrar uma boa perspectiva ou um constraste diferente... Lisboa é linda e as hipóteses de uma boa foto são infinitas...
Foi um domingo diferente dos outros, fez-me acreditar que afinal os domingos podem ser preenchidos e bons... E chegar a casa à meia-noite com tanta coisa no pensamento e no coração fez-me dormir como há muito tempo não conseguia... :)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Pensamento


Esta noite ouvi uma expressão curiosa, que aparentemente é também o título de um livro... "vive quem pensa"...

Pois eu, na realidade, acho que quem pensa muito
Deixa de viver muita coisa...

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Sede


É sede o que sinto
Falta-me a vida vivida ao segundo
A emoção dos instantes
O alheamento ao mundo que me rodeia

Por incrível que pareça
O fogo
É a água por que anseio..

alphabet




(Photo by George Marks/Retrofile/Getty Images)

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Telhados de Mogadouro

A cada telha colocada
Uma faulha de fogo espicaça o meu coração...
Cada dia que passa, cada viagem sofrida
Cada paisagem colorida e agreste que conheço
Cada golpe de frio
Me fazem sentir viva
A acção de reconstruir uma pequena parte do mundo
É um bálsamo para a alma
Seja ela o que for...

alphabet

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Alphabet nas suas Painted Roads!


:)

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Alphabet feliz...

...passeando e dançando pelos campos de Mogadouro... a terra cheira a Outono e as árvores têm mil tons de castanho, vermelho e amarelo. É altura da apanha da azeitona e de roupa mais quentinha. Hoje apanhei umas pedrinhas na margem do rio Sabor e senti o fresco das suas águas... :)

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Alphabet...


.. de partida para o fim de semana. À procura de descanso, banhos de mar e banhos de lua...
Alguma leitura e também um pouco de planeamento do futuro.